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Governamentalidades e Biodesigualdade - Novas Relações de Poder e Novas Formas de Existência no Século XXI

A governamentalidade, no viés foucaultiano, deve ser entendida como um ato, como sentido de direção e conduta dos homens, dos mecanismos e procedimentos que são usados para atingir tal fim. O ser humano do século XXI é submetido e sujeitado a diversas formas de governamentalidades: a governamentalidade biopolítica, a governamentalidade algorítmica, a governamentalidade genômica e a governamentalidade bélica se complementam nos processos de subjetivação contemporâneos. Essas governamentalidades somadas acarretam na Biodesigualdade, que deve ser entendida como uma ulterior desigualdade. Se a “propriedade”, seja de bens, seja de capital, sempre foi um pré-requisito para a (des)igualdade nas sociedades capitalistas, e se nota-se uma mudança do centro de gravidade da sociedade da “posse” para o “acesso” – desmaterialização –, também deve-se deslocar a análise da desigualdade por diferença de rendimentos e riqueza para a questão das oportunidades de acesso: a desigualdade poderá se dar de acordo com o acesso – às melhorias genéticas, aos upgrades biocibernéticos – enfim, será através da “composição corporal” que a análise da Biodesigualdade deverá ter sentido.

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Governamentalidades e Biodesigualdade - Novas Relações de Poder e Novas Formas de Existência no Século XXI

A governamentalidade, no viés foucaultiano, deve ser entendida como um ato, como sentido de direção e conduta dos homens, dos mecanismos e procedimentos que são usados para atingir tal fim. O ser humano do século XXI é submetido e sujeitado a diversas formas de governamentalidades: a governamentalidade biopolítica, a governamentalidade algorítmica, a governamentalidade genômica e a governamentalidade bélica se complementam nos processos de subjetivação contemporâneos. Essas governamentalidades somadas acarretam na Biodesigualdade, que deve ser entendida como uma ulterior desigualdade. Se a “propriedade”, seja de bens, seja de capital, sempre foi um pré-requisito para a (des)igualdade nas sociedades capitalistas, e se nota-se uma mudança do centro de gravidade da sociedade da “posse” para o “acesso” – desmaterialização –, também deve-se deslocar a análise da desigualdade por diferença de rendimentos e riqueza para a questão das oportunidades de acesso: a desigualdade poderá se dar de acordo com o acesso – às melhorias genéticas, aos upgrades biocibernéticos – enfim, será através da “composição corporal” que a análise da Biodesigualdade deverá ter sentido.

Ano

2021

Autor

Gustavo Gumiero

Editora

Scortecci

Encadernação

Brochura

ISBN

9786555294521

ISBN 10

6555294523

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